eti

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A importância da TV

Esta manhã ao navegar pela net deparei-me com uma notícia no blogue de Miguel Martins, no Expresso, que mostrava um vídeo sobre um jornalista norte-americano descontrolado em directo  na televisão. O porquê de isto ser notícia não é tanto o descontrolo da pessoa em questão mas sim a razão que levou a esse desfecho.

 Essa razão é o facto de raramente ver nas televisões, por este mundo fora, uma quantidade de verdades produzidas (ainda por cima em directo) por uma pessoa. Verdades, neste caso, sobre como se comportam os políticos norte-americanos sobre a crise, económica e social, que nos afecta a todos. Vale a pena ver, e por cá era bom que alguém assumi-se esse papel. A televisão, também, serve para isso.




                                                            Fonte: Youtube

Jornalismo e Ciência

Um excelente texto no blogue do Professor Chaparro, sobre como a ciência pode ajudar a fazer um melhor jornalismo. Vale a pena ler: http://www.oxisdaquestao.com.br/integra_integra.asp?codigo=173

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A ambiguidade do jornalismo

O jornalismo é mesmo uma profissão sui generis. Em qualquer outra actividade laboral temos uma entidade patronal que nos dita as regras e que sabemos que temos de respeitar. No jornalismo há um certa ambiguidade na hora de desempenhar a profissão.


Na hora de escrever uma notícia a quem é que um jornalista obedece? Ao seu patrão (dono da empresa) ou aos leitores? Não é fácil arranjar uma resposta para isso. Como se costuma dizer, um jornalista tem de servir dois senhores. O patrão e o público/leitor/ouvinte. Numa época em que as dificuldades para arranjar e manter o emprego são grandes, fugir a uma directiva do seus superiores não será uma boa ideia. No entanto, o jornalista sabe que o seu dever maior é com o seu público.


É aqui que existe uma dicotomia entre a profissão liberal que caracteriza o jornalismo mas também o facto de este ser um proletariado, onde se regista uma perda de controlo sobre o processo do trabalho jornalístico. Numa época em que o jornalismo passa por alguma indefinições, é importante ter isto em mente. Ser jornalista é desempenhar uma profissão com uma espécie de liberdade condicionada



quinta-feira, 30 de junho de 2011

Obama e Futre: Quando as críticas se transformam em humor

Registei, nas últimas semanas, dois acontecimentos que penso ser bons exemplos de como se deve reagir de forma positiva à críticas. Os dois principais protagonistas foram Barack Obama e Paulo Futre. Paulo Futre foi durante semanas tema de conversa, em todo o país, devido a sua peculiar conferência de imprensa como director desportivo na lista de Dias Ferreira, nas recentes eleições para a presidência do Sporting. O ex-jogador de futebol foi criticado, elogiado, gozado por muita gente durante semanas. No entanto, aquilo que mais retenho dessa história , é o capacidade que Futre teve de se rir de ele próprio, deixo mesmo dois exemplos de como o ex-futebolista conseguiu transformar críticas em algo de positivo para ele:

Paulo Futre em campanha publicitária para uma marca a Licor Beirão

Paulo Futre aproveita a história do chinês para fazer sucesso num programa televisivo

Outro exemplo recente que se adequa bem à capacidade de lidar, de forma positiva, com as críticas é o de Barack Obama. O actual Presidente dos Estados Unidos tem sido alvo, nas últimas semanas, de críticas no que toca à sua cidadania ser ou não americana. Donald Trump, conhecido empresário norte-americano e possível candidato às presidênciais norte-americanas em 2012, chegou a desafiar Barack Obama para divulgar a sua certidão de nascimento, de forma a comprovar ser um verdadeiro americano. A resposta de Obama surgiu no jantar anual dos correspondentes da Casa Branca. Uma resposta com muito humor e uma boa dose de coragem.

Resposta de Barack Obama às críticas de Donald Trump

Estes dois casos mostram, na minha óptica, uma grande inteligência e humildade por parte de Obama e Futre.  Em situação de críticas explícitas e públicas estas duas pessoas conseguiram transformar situações menos positivas em momentos de grande humor e elevação pessoal. Penso que num momento em que tanto se fala de entendimento nos vários quadrantes políticos, Obama e Futres são bons exemplos para a classe política (e não só) portuguesa. Menos orgulho e mais humildade e humor podem fazer a diferença.

Reality Shows: Para onde caminha a televisão portuguesa?

Nas ultimas semanas, temos sido invadidos, nas nossas televisões, por mais uma rodada de reality shows. Agora até a RTP aderiu à moda. Do Peso Pesado da SIC ao Último a Sair da RTP, passando pelo Perdido na Tribo da TVI, os nossos principais canais não dão mãos a medir na luta pelas audiências.

Pessoalmente sou muito crítico deste tipo de programas. A qualidade que estes programas vêm acrescentar aos canais de televisão é na maior parte das vezes pouca ou nula. Penso que estará na hora das empresas de comunicação definirem claramente os seus objectivos. Ou as empresas de comunicação se definem como empresas tout court e aí o seu principal objectivo é a obtenção do lucro, nem que para isso seja feita em detrimento da qualidade, ou então assumem, verdadeiramente o seu papel de empresas de comunicação, com a sua cota parte de responsabilidade social ( e não é só o serviço público de televisão que o tem mas os privados também), onde estas em vez de descerem a um nível pouco abonatório do ponto de vista profissional, tentam sim "puxar" pelas suas audiências fomentando um espírito crítico na população que assiste aos seus programas. 


As audiências não devem ser atingidas a todo o custo. A comunicação social tem responsabilidades a que se tem, infelizmente, alheado. Os interesses económicos não podem ser sempre desculpas para tudo. Da minha parte prefiro ver a Grande Reportagem  da SIC do que o seu, infelizmente, famoso Peso Pesado. Estará, talvez, na hora de dar ao povo português mais informação e menos entretenimento. Até porque como muitos já disseram, um povo informado é um povo que consegue fazer face, mais facilmente, às dificuldades. E pelos vistos, Portugal tem, neste momento, muitas.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Osama Bin Laden: Morreu o terrorista mais procurado do mundo

www.publico.pt

O Governo dos E.U.A anunciou, ontem, a morte de Osama Bin Laden. O terrorista mais procurado do mundo foi vítima de uma operação levado a cabo pelos Navy Seals, no Paquistão.