Fonte: www.imdb.com
quinta-feira, 24 de março de 2011
Filme da semana: Rango
sexta-feira, 11 de março de 2011
Cavaco: tomada de posse
Fonte:www.expresso.pt
Cavaco Silva tomou posse para um segundo mandato na presidência da república. Cavaco prometeu ser mais activo na suas intervenções, aproveitando para deixar alguns recados ao Governo.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Jornalismo Desportivo: Isenção, um valor perdido
O Jornalismo desportivo português parece ter perdido um valor fundamental, o da isenção. Analisando a capa de hoje do jornal "A Bola" não consigo entender como um jornal, por sinal de referência na área do desporto, faz uma capa que exprime de forma contundente a sua preferência clubística.
Não sei se os jornais desportivos espanhóis são o exemplo em que se baseiam os desportivos portugueses, mas, na minha óptica, algo está errado!. Os jornais da área do desporto, em Espanha, são conhecidos por serem muito pouco ou nada isentos. Penso que o caminho seguido pelos jornais desportivos, em Portugal, também não é o melhor. A isenção não é um valor fácil de conseguir, mas não a praticar de todo é lamentável.
Outro reparo, num dia em que Portugal tem um atleta campeão da Europa nos 60 metros de pista coberta, seria, provavelmente, lógico que esta notícia fosse o destaque principal das primeiras páginas desportivas em Portugal. Penso que o jornal françês L'équipe, é um bom exemplo de jornalismo desportivo de qualidade.
Não sei se os jornais desportivos espanhóis são o exemplo em que se baseiam os desportivos portugueses, mas, na minha óptica, algo está errado!. Os jornais da área do desporto, em Espanha, são conhecidos por serem muito pouco ou nada isentos. Penso que o caminho seguido pelos jornais desportivos, em Portugal, também não é o melhor. A isenção não é um valor fácil de conseguir, mas não a praticar de todo é lamentável.
Fonte: www.abola.pt
A sociedade está a mudar
O Médio Oriente está em alvoroço. Os povos árabes parecem, finalmente, lutar pela sua liberdade. Fartos de corrupção, de passar fome e de não ter oportunidades, as populações da Tunísia, do Egipto, do Bahrein, da Argélia e, ultimamente, da Líbia revoltaram-se contra os seus dirigentes.
É importante perceber que estas revoltas não acontecem por acaso. É, também, fulcral entender que elas podem vir a ter sérias repercussões no mundo ocidental. Aquilo que se vive, por cá, é, de certa forma, muito semelhante. Fartos de ver os salários a serem reduzidos, o desemprego a aumentar, a justiça a não funcionar, os povos europeus, em particular o português, sentem aumentar sentimentos de injustiça e revolta. É verdade que aquilo que nos distingue dos povos árabes é a nossa maior liberdade, mas a que preço devemos nós pagar essa liberdade?. Será que para sermos livres devemos ter medo de perder o nosso emprego, ou passar por dificuldades para arranjar o nosso primeiro trabalho, ou mesmo viver na ansiedade de vir a não termos reformas?.
É por isso que não podemos olhar para aquilo que se tem passado no Médio Oriente com distanciamento ou desprezo. A coragem com que milhares de pessoas saíram às ruas para lutarem pelos seus direitos, deve ser vista, por, nós como um exemplo. A revolução Facebook, como muitos já lhe chamaram, já contagiou o nosso país. Dia 12 de Março, em Lisboa e no Porto, milhares de jovens pretendem sair à rua mostrar o seu desagrado. São jovens que vivem e trabalham em situações precárias. Será tempo dos políticos fazerem uma leitura realista dos acontecimentos. A elevada abstenção na últimas eleições, principalmente na classe mais jovem, não revela desinteresse mas sim descontentamento. Votar não é a única forma de exercer uma democracia activa. Protestar, reivindicar são ferramentas tão válidas como a participação pelo voto.
A sociedade parece querer assumir a sua parte de responsabilidade. Fartos dos lobbies políticos e da inércia dos dirigentes, as populações unem-se para poderem traçar um futuro melhor. As redes sociais tem um papel importantíssimo nessa união. A sociedade está de facto a mudar, através da união, do diálogo e da luta ( pacífica e civilizada ) todo nós temos a obrigação de mudar as coisas para melhor.
É importante perceber que estas revoltas não acontecem por acaso. É, também, fulcral entender que elas podem vir a ter sérias repercussões no mundo ocidental. Aquilo que se vive, por cá, é, de certa forma, muito semelhante. Fartos de ver os salários a serem reduzidos, o desemprego a aumentar, a justiça a não funcionar, os povos europeus, em particular o português, sentem aumentar sentimentos de injustiça e revolta. É verdade que aquilo que nos distingue dos povos árabes é a nossa maior liberdade, mas a que preço devemos nós pagar essa liberdade?. Será que para sermos livres devemos ter medo de perder o nosso emprego, ou passar por dificuldades para arranjar o nosso primeiro trabalho, ou mesmo viver na ansiedade de vir a não termos reformas?.
É por isso que não podemos olhar para aquilo que se tem passado no Médio Oriente com distanciamento ou desprezo. A coragem com que milhares de pessoas saíram às ruas para lutarem pelos seus direitos, deve ser vista, por, nós como um exemplo. A revolução Facebook, como muitos já lhe chamaram, já contagiou o nosso país. Dia 12 de Março, em Lisboa e no Porto, milhares de jovens pretendem sair à rua mostrar o seu desagrado. São jovens que vivem e trabalham em situações precárias. Será tempo dos políticos fazerem uma leitura realista dos acontecimentos. A elevada abstenção na últimas eleições, principalmente na classe mais jovem, não revela desinteresse mas sim descontentamento. Votar não é a única forma de exercer uma democracia activa. Protestar, reivindicar são ferramentas tão válidas como a participação pelo voto.
A sociedade parece querer assumir a sua parte de responsabilidade. Fartos dos lobbies políticos e da inércia dos dirigentes, as populações unem-se para poderem traçar um futuro melhor. As redes sociais tem um papel importantíssimo nessa união. A sociedade está de facto a mudar, através da união, do diálogo e da luta ( pacífica e civilizada ) todo nós temos a obrigação de mudar as coisas para melhor.
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