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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tunísia e Egipto: Uma mudança radical


O Egipto e a Tunísia estão sob o olhar do mundo. Os recentes confrontos entre a população e os respectivos regimes políticos desencadearam um clima de incerteza naquela região de África. Os dois países têm um população essencialmente jovem, o que permite perceber o porquê das revoltas. Com o surgimento das redes sociais, como o facebook, os mais novos tem acesso permanente ao que os jovens das sociedades orientais usufruem. Valores dos países ocidentais, como a liberdade, levam a que as populações mais oprimidas em certos lugares do mundo, como o verificado agora na Tunísia e no Egipto, também elas se achem no direito de poder viver num país mais democrático e menos opressivo.

É justamente, na luta pela liberdade, que assentam as revoluções ocorridas nesses dois países do Norte de África.  O mundo deve estar atento aos sinais que a Tunísia e, principalmente o Egipto, vão dando. Portugal como vizinho geográfico, também deve ter uma posição atenta sobre os recentes acontecimentos ocorridos aqui tão perto, até porque poderá vir a ser prejudicado ou beneficiado com o desfecho destas duas revoluções.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Geração empobrecida

A capa desta semana da revista Visão, remete para a Geração Nem-Nem. Uma geração que inclui jovens entre os 16 e os 34 anos que não trabalham, nem estudam. Uma realidade que parece cada vez mais global. Uma reportagem para ser lida e analisada posteriormente.

Eleições presidenciais 2010

Analisando as notícias das últimas semanas sobre as candidaturas dos mais variados candidatos à presidência da República, chego a algumas conclusões. 


 Era de esperar um maior nível de cidadania por partes dos candidatos. Aquilo que se percebe ao analisar as campanhas é que os mais variados candidatos de Manuel Alegre a José Manuel Coelho estão todos contra Cavaco Silva. Não seria de estranhar esse antagonismo se ele não resvalasse para, aquilo que me parece muitas vezes, perseguições ridículas ao actual Presidente da República.


O que se espera de uma campanha, muito mais uma campanha eleitoral à presidência da República, é o discutir propostas que ajudem o eleitor a clarificar, orientar ou mesmo decidir o seu voto. Ora nesta campanha eleitoral o que vemos são temas de campanha que vão desde as acções de Cavaco (lucrativas ou não) no BPN à participação (involuntária ou não) de Alegre, enquanto deputado, na realização de campanhas publicitárias, enfim temas que, na minha óptica, pouco esclarecem os portugueses para a votação do próximo dia 23 de Janeiro.


Seria bom que os nossos dirigentes elevassem o nível da política praticada no nosso país, principalmente numa altura em que mais que nunca Portugal e os portugueses precisam cada vez mais de um elevado grau de profissionalismo político para resolver os problemas do país. 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Projecto

Este blogue nasce numa ideia de ter um olhar atento às notícias que todos os dias nos invadem. Colocar aqui notícias relevantes nos mais variados pontos de vista, sejam eles económicos, políticos, culturais, é um dos objectivos. A análise da mesma em certas ocasiões também será uma prática recorrente neste blogue. Ter um olhar noticioso sobre mundo é um dever de cidadania.