quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Revista de imprensa
Notícia desta manhã no Jornal de Notícias. Será esta uma futura agência noticiosa de sucesso no Norte de África? http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2081647
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Leitura: Cartas a um jovem jornalista
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| Fonte: www.wook.pt |
Um livro que recomendo a todos os estudantes de jornalismo, e não só. Juan Luís Cebrían, jornalista espanhol, escreve umas cartas a um jovem (imaginário) estudante de jornalismo. Nelas Cebrían aborda alguns dos problemas que envolvem o exercício do jornalismo. Um livro interessante e muito actual.
Leitura: O Último Segredo
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| Fonte:www.wook.pt |
O novo livro de José Rodrigues dos Santos promete dar que falar. O Último Segredo, põe em causa alguns princípios base do cristianismo. A Igreja Católica já veio criticar o jornalista e a sua obra. Quer se seja cristão ou não, vale a pena ler. Pelo menos é o próxima na minha lista.
A importância da TV
Esta manhã ao navegar pela net deparei-me com uma notícia no blogue de Miguel Martins, no Expresso, que mostrava um vídeo sobre um jornalista norte-americano descontrolado em directo na televisão. O porquê de isto ser notícia não é tanto o descontrolo da pessoa em questão mas sim a razão que levou a esse desfecho.
Essa razão é o facto de raramente ver nas televisões, por este mundo fora, uma quantidade de verdades produzidas (ainda por cima em directo) por uma pessoa. Verdades, neste caso, sobre como se comportam os políticos norte-americanos sobre a crise, económica e social, que nos afecta a todos. Vale a pena ver, e por cá era bom que alguém assumi-se esse papel. A televisão, também, serve para isso.
Fonte: Youtube
Jornalismo e Ciência
Um excelente texto no blogue do Professor Chaparro, sobre como a ciência pode ajudar a fazer um melhor jornalismo. Vale a pena ler: http://www.oxisdaquestao.com.br/integra_integra.asp?codigo=173
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A ambiguidade do jornalismo
O jornalismo é mesmo uma profissão sui generis. Em qualquer outra actividade laboral temos uma entidade patronal que nos dita as regras e que sabemos que temos de respeitar. No jornalismo há um certa ambiguidade na hora de desempenhar a profissão.
Na hora de escrever uma notícia a quem é que um jornalista obedece? Ao seu patrão (dono da empresa) ou aos leitores? Não é fácil arranjar uma resposta para isso. Como se costuma dizer, um jornalista tem de servir dois senhores. O patrão e o público/leitor/ouvinte. Numa época em que as dificuldades para arranjar e manter o emprego são grandes, fugir a uma directiva do seus superiores não será uma boa ideia. No entanto, o jornalista sabe que o seu dever maior é com o seu público.
É aqui que existe uma dicotomia entre a profissão liberal que caracteriza o jornalismo mas também o facto de este ser um proletariado, onde se regista uma perda de controlo sobre o processo do trabalho jornalístico. Numa época em que o jornalismo passa por alguma indefinições, é importante ter isto em mente. Ser jornalista é desempenhar uma profissão com uma espécie de liberdade condicionada
Na hora de escrever uma notícia a quem é que um jornalista obedece? Ao seu patrão (dono da empresa) ou aos leitores? Não é fácil arranjar uma resposta para isso. Como se costuma dizer, um jornalista tem de servir dois senhores. O patrão e o público/leitor/ouvinte. Numa época em que as dificuldades para arranjar e manter o emprego são grandes, fugir a uma directiva do seus superiores não será uma boa ideia. No entanto, o jornalista sabe que o seu dever maior é com o seu público.
É aqui que existe uma dicotomia entre a profissão liberal que caracteriza o jornalismo mas também o facto de este ser um proletariado, onde se regista uma perda de controlo sobre o processo do trabalho jornalístico. Numa época em que o jornalismo passa por alguma indefinições, é importante ter isto em mente. Ser jornalista é desempenhar uma profissão com uma espécie de liberdade condicionada
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